quinta-feira, 25 de março de 2010

PRÓ-FUT Treinamento


A PRÓ-FUT foi desenvolvida para aprimorar, condicionar e qualificar o atleta de futebol desde a formação básica ao profissional. Os treinamentos podem ser individuais ou em pequenos grupos, dependendo da necessidade, enfatizando e explorando sempre as capacidades específicas do futebol moderno.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Alguns dos craques que já passaram pela PRÓ-FUT:

- Wagner Silva (Internacional-RS)
- Thiago Soares (Progresso Zambizanga-ANG)
- Flávio Brandão (Aimoré-RS)




Frase da Semana:

" O HOMEM DEVE SABER FAZER O USO DO SEU PRÓPRIO CONHECIMENTO" Platão

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Fisiologia do exercício

► TIPOS DE FIBRA MUSCULAR
Prof. Diéckson dos Santos. CREF 010648-G/RS
Graduado em Educação Física pela ULBRA, com experiência em treinamento desportivo e musculação de alto rendimento e promoção à saúde.

O ser humano é dotado geneticamente de dois tipos básicos de fibra muscular, podendo predominar uma ou outra. A primeira de coloração vermelha, é chamada de Tipo I ou de contração lenta; a segunda, de coloração branca, é chamada de Tipo II ou de contração rápida.

Tipo I – As fibras de contração lenta, também chamadas de oxidativas (aeróbias), por dependerem do oxigênio que respiramos para a sua contração, são menores e mais fracas, com menor poder hipertrófico (aumento da secção transversa do músculo – volume muscular) e taxa de disparo axonal (impulso motor). Porém, possuem alta resistência à fadiga, favorecendo assim atletas de provas do tipo endurance (resistência aeróbia). Ex: Maratona.

Tipo II – Subdivididas em IIa (glicolítica-oxidativa ou intermediárias) e IIb (glicolítica), as fibras de contração rápida, dependentes de carboidrato e daí classificadas como glicolíticas (anaeróbias), são maiores e mais fortes, possuindo um maior poder hipertrófico e taxa de disparo axonal, tendo moderada (IIa) e baixa (IIb) resistência à fadiga, ideal para atletas de velocidade e movimentos explosivos. Ex: 200m rasos e ginástica olímpica.

Um terceiro subtipo de fibra, as do tipo IIc, são mais raras e indefinidas até o início da puberdade. Segundo estudos anteriores e algumas bibliografias, se a criança for submetida a esforços de alta intensidade antes deste período, as fibras IIc se tornarão permanentemente IIa ou IIb, caso contrário serão fibras do tipo I.
As fibras musculares obedecem a uma ordem sincrônica de recrutamento chamada “PRINCÍPIO DO TAMANHO” (Henneman,1979), fazendo com que as fibras vermelhas (menores), sejam contraídas primeiro que as brancas (maiores), porém, movimentos velozes e potentes, que exijam muita força e maior capacidade contrátil, não obedecem a este princípio, recrutando diretamente as fibras de contração rápida, especialmente as do tipo IIb.

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física, 5ª edição – Rio de Janeiro: Shape. 2003.
McARDLE, William D.: Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5. ed. 2003.
WEINECK, Erlangen J. Futebol total: O treinamento físico no futebol. Phorte Editora – Guarulhos, SP. 2000.
UCHIDA, M. C; CHARRO, M. A; BACURAU, R. F. P; NAVARRO, F; PONTES Jr., F. L. Manual de musculação – Uma abordagem teórico-prático do treinamento de força, 4ª edição, 2006.
GUIMARÃES NETO, Waldemar Marques. Musculação: anabolismo total, Guarulhos, SP: Phorte, 1997

terça-feira, 27 de outubro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fisilogia do Exercício: SOBRECARGA

Treinamento
Prof. Diéckson dos Santos. CREF 010648-G/RS
Graduado em Educação Física pela ULBRA, com experiência em treinamento desportivo e musculação.

Pode-se dizer que o principal influenciador do bom rendimento dos atletas, e não atletas, em uma competição, é o tipo de treinamento imposto ao seu organismo.
Além do “PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA”, citado anteriormente, que é de origem genética e irá estabelecer o tipo de fibra muscular predominante em cada pessoa e seu conseqüente potencial atlético, outro fator fundamental para se desenvolver um bom condicionamento físico específico, é o “PRINCÍPIO DA SOBRECARGA”.
A sobrecarga consiste na aplicação de estresse ou exigência acima do normal do sistema fisiológico, com conseqüente aumento da força ou função deste sistema por efeito do que chamamos de “SUPERCOMPENSAÇÃO”, que ocorre durante a fase de descanso pós-treino, ficando claro então que a evolução do condicionamento físico não se dá no momento de treinamento, mas sim no período de recuperação, onde os produtos metabólicos depletados (gastos) no treinamento retornam em níveis superiores, como meio de adaptação ao estímulo.
Existem dois tipos de sobrecarga de treinamento. A sobrecarga tensional e a sobrecarga metabólica.
A sobrecarga tensional dá-se pelo aumento da tensão feita pelo músculo. Este tipo de sobrecarga estimula a hipertrofia miofibrilar e a adição de proteínas contráteis (filamentos de actina e miosina) pra dentro da célula, e este é o principal mecanismo para o aumento da força muscular.
Em termos práticos, quanto maior o peso levantado maior é a sobrecarga tensional.
A sobrecarga metabólica se dá ao aumento da rede protéica que envolve o músculo (sarcoplasma), principalmente glicogênio e água, causando o que é chamado de hipertrofia sarcoplasmática. Este tipo de sobrecarga acontece com o aumento do número de repetições ou contrações que é imposto à musculatura, estimulando assim a resistência muscular aeróbia ou anaeróbia, dependendo da intensidade do esforço.
Em termos práticos, quanto maior o número de repetições, maior será a sobrecarga metabólica.
Os dois tipos de sobrecarga atuam sempre juntas, porém, é possível enfatizar uma ou outra em determinado treinamento.


BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física, 5ª edição – Rio de Janeiro: Shape. 2003.
McARDLE, William D.: Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5. ed. 2003.
WEINECK, Erlangen J. Futebol total: O treinamento físico no futebol. Phorte Editora – Guarulhos, SP. 2000.
UCHIDA, M. C; CHARRO, M. A; BACURAU, R. F. P; NAVARRO, F; PONTES Jr., F. L. Manual de musculação – Uma abordagem teórico-prático do treinamento de força, 4ª edição, 2006.
GUIMARÃES NETO, Waldemar Marques. Musculação: anabolismo total, Guarulhos, SP: Phorte, 1997.

Artigo Publicado em: www.finalsports.com.br